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Na sua longa jornada no mundo do RPG você pode ter visto de tudo, desde miniaturas fiéis que parecem realmente ter vida,  ou até mesmo verdadeiras obras de arte que partem  de um navio de madeira até um castelo de plástico. Tudo isso faz parte do grande acervo dos narradores, pelo menos é pra fazer. Apesar de concordar que a maior ferramenta de um bom narrador seja a criatividade, não posso ser hipócrita de dizer que apenas isso torna um jogo formidável. A verdade é que a maioria dos jogadores nem sequer experimentou a vasta lista de possibilidades que se pode ter em uma “simples” crônica.


Um cenário bem explicado se torna útil para as ações dos personagens, assim como ouvir uma propaganda ou um comentário de um trailer por amigos, é suficiente para nos fazer comprar alguma mercadoria ou assistir um filme respectivamente. O que quero dizer, é que somos mais facilmente apegados com algo quando vimos do que quando ouvimos. Logo, quando um Narrador descreve uma cena e ainda trás uma maquete com exemplo, ele ganha a atenção e a certeza de que realmente o grupo compartilha a mesma visão e o mais importante, a imaginação.

Mas o que isso tem a ver com música? Nada. E ao mesmo tempo tudo, por ela fazer parte do arsenal do mestre. O que acontece é que a música é algo deixada de lado por um grande número de narradores da atualidade. A primeira vista parece ser algo banal, mas a música é algo que inspira, marca e eterniza histórias, acontecimentos e personagens.

Nesse caso, o que ouvimos se torna tão importante quanto o que vemos, pois o narrador pode instigar um personagem a tomar uma determinada atitude dependendo do que ele esteja vendo e ouvindo. Um encontro entre o herói e o vilão se tornaria bem mais emocionante ao som de Birds Of Prey – Almah, do que simplesmente só a narração do mestre.

Exemplo disso são os Mangás e Animes, mesmo lendo os mangás, os fãs acompanham os animes não só pela movimentação dos personagens, mas também pelo som, seja ele gerado por explosões, poderes ou vozes. Para uma campanha impecável, o Narrador deve ter um conhecimento vasto sobre música e seus diversos estilos, para que ele possa determinar a trilha sonora certa para cada momento. Dessa forma o narrador estará ciente qual música pôr após uma guerra sangrenta, ou após a entrada dos heróis em uma cidade recentemente libertada, onde o povo aplaude e grita por seus nomes.

Incrementar nunca é demais e o que torna uma campanha inesquecível são os detalhes minuciosos que o mestre leva para a mesa, como os sons ambientes decorrentes de uma taverna, tempestade, guerra ou floresta. Experimente, sua campanha será imortalizada e lembrada sempre que “aquela” música tocar.


Algumas sugestões, já utilizadas em minhas campanhas:

Para campanhas de D&D: Heavy Metal, Power Metal, Folk Metal, Symphonic Metal e variantes dessas linhas.
Bandas sugeridas: Helloween, Raphsody Of Fire, Xandria, Blind Guardian, Almah, Angra, Dragon Force, Kamelot, Nightwish, Epica, Iron Maiden, Amon Amarth, Stratovarius, Divine Fire.

Para campanhas de Vampiro: Metalcore, New Metal, Death Metal e variantes dessas linhas.
Bandas sugeridas: As I Lay Dying, August Burns Red, Slipknot, Chimaira, Metallica, Hatebreed, Slayer e variantes dessas linhas.

Para campanha de Gurps Supers: Diversos. Desde Heavy Metal ao Trance.

Obs: O Trance, assim como qualquer música eletrônica pode ser usado como som ambiente de uma casa noturna em Vampiro por exemplo.


Mais sugestões:

Templos:  Reign Of Terror (Intro) – Raphsody Of Fire
Chegada vitoriosa na cidade:  Meaningless World (Intro) - Almah
Guerra: Spread Of Fire – Angra / Before The War – Helloween
Encontros D&D: Birds Of Prey – Almah
Encontros Vampiro: Nothing Left – As I Lay Dying / The Eleventh Hour – August Burns Red / War Ensemble – Slayer 



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Autor: Daniel Carvalho


Cristão, empresário e jogador de RPG há 12 anos. Aficionado por quadrinhos Marvel e DC, admirador e entusiasta de Efeitos Especiais. Apaixonado por música – principalmente Metal e um praticante de Muay Thai há 6 anos. 




Autor Jan Piertezoon

A Mente maléfica por trás da criação do Blog Filhos da Gehenna, (ir)responsável pela narração da atual crônica do blog apresentado no podcast. Aficcionado por jogos de interpretação, onde o sistema preferido para as minhas crônicas é o Storyteller e Storytelling. Um colecionador de livros de RPG e um grande consumidor de podcast. RPG Mainstream ou Indie não importa, jogo todos!!!
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4 Deixe seu relato!!!

  1. Daniel com sempre em relação a escolha de repertorio você manda muito bem, quanto ao valor de uma trilha musical em um partida de RPG, toda a experiência de jogo muda muito principalmente a sensação dos jogadores durante um combate.

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  2. com certeza uma boa musica np momento certo incrementa muito mais a narração e ambientação de uma sessão, materia show!

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  3. O RPG estimula o lóbulo da criatividade na sua forma mais original, imagine isso aliado a estímulos sonoros... uma explosão de criatividade e essa é a verdadeira característica do RPG, fazer vc pensar alcançar níveis de criatividade e raciocínio sem barreiras. Apoio o uso da música como integrante de qualquer cronica,isso tá um tom único a cada jogador ou espaço da cena.

    BELO POST DANIEL BOM TER VC ABRILHANTANDO AINDA MAIS O BLOG.

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  4. Estamos aqui pra isso. Foi um prazer participar. Parabéns pelo Blog, tá muito bem feito e ordenado! Atualizações diárias, boas matérias e informações é tudo que que a gente precisa.

    André, a gente se vê nesses shows!! Abraço

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