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Continuando com a adaptação de Avatar para a minha atual campanha de Space Dragon, elaborei adaptação das principais criaturas da Fauna do Planeta Pandora, ao qual, os personagens dos jogadores terão contato direto.

A Fauna do Planeta Pandora é extremamente perigosa para os seres humanos, muitos cientistas já realizam algumas capturas de criaturas para realizar alguns estudos.

Os Na’vi respeitam a vida e só realizam a caçada as criaturas para manter a sua sobrevivência, e mesmo nessa condição toda vida retirada deve ser agradecida a divindade Eywa.

Ficaria muito extenso colocar nesse post todas as criaturas da fauna do Planeta Pandora, aconselho aos Narradores realizarem um exercício de criação desenvolvendo as criaturas para suas aventuras, quase todas as criaturas possuem cores vibrantes e as antenas aos quais podem ser utilizadas para realizarem a bioconexão.

Aconselho aos Narradores que queiram se aprofundar na elaboração da Fauna do Planeta Pandora, o Livro Avatar – Os Relatórios Confidenciais do Mundo de Pandora, lançado no Brasil pela editora Lua de Papel.


Direhorse – Equidirus Hoplites

Uma criatura com lembranças marcantes de um cavalo de seis patas, dorso sem pelagem, pescoço afilado e cabeça em dimensões pequena, com diversas listras grosas de cores claras por seu corpo e uma espécie de exoesqueleto deixando a pele muito resistente.

Os Direhorse possuem duas longas antenas em cada lado do crânio, que servem para se comunicarem com outros Direhorse e para realizarem a bioconexão com os Na’vi. Por possuírem seis patas os Direhorse se tornaram uma montaria ágil e rápida, adaptada para o terreno irregular do Planeta de Pandora. Após a bioconexão o Direhorse se tornar uma extensão do corpo do Na’vi, sem a necessidade de arreios para conduzirem a montaria o Na’vi tem as mãos livres para utilizar o Arco Cerimonial em ataques precisos.

Os Direhorse não possuem uma conexão exclusiva com o Na’vi que o adestrou, mais os Na’vi possuem os Direhorse preferidos para determinadas atividades.  

Direhorse – Equidirus Hoplites
Dialeto Na'vi: Pa'li
(Grande e Neutro Planície)
Encontro: Domesticados e Selvagens (manada 2d6+4)
Prêmio: nenhum / 175XP
Movimento: 15 m
Moral: 9
FOR 18              CON 19     SAB 12
DES 17              INT 6        CAR 10
CA: 16
JP: 16
DV: 4 (37 / 46)
# Ataques:
1 coice+3 (1d8+4)


Banshee da Montanha

Encontrado principalmente nas Montanhas Aleluia, os Banshee, comumente conhecido no dialeto Na’vi, como Ikran, é uma criatura alada de grandes dimensões com dois pares de asas membranosas, corpo com estrutura ósseas visível, mandíbulas distensível e peles com as mais diversas cores.

O Banshee da Montanha é um dos animais mais importantes para a cultura Na’vi, pois o Rito de Passagem de um jovem para a idade adulta é domar um Banshee. Conectar-se ao Banshee é extremamente perigoso e necessário para o guerreiro Na’vi que deve se impor perante a criatura para poder realizar a bioconexão.

A bioconexão do Na’vi com o Banshee é realizada através das duas longas antenas localizadas em cada lado do crânio da criatura, um Banshee só realizada a bioconexão apenas com um Na’vi durante toda a sua vida.

Os Na’vi após domarem seus Banhsee devem construir um arreio personalizado para a sua montaria, o arreio é usado para manter a trança e a antena do juntos para um acesso rápido.

Os ninhos dos Banshee das Montanhas ficam localizados nas Montanhas Aleluia, as espécies maiores fazem seus ninhos em grutas no Mons Veritas, uma das maiores montanhas flutuantes na região dominada pelo Clã Omaticaya.

Os Banshee domesticados, que já realizaram a bioconexão, fazem seus ninhos no topo das Árvores Famílias.

Os maiores guerreiros Na’vi que domaram Banshee das Montanhas recebem o Arco Banshee, uma arma idealizada para uma maior precisão e de manejo mais adequado.

Arco Banhsee
Tamanho e peso: Grande / 2,9 metros e 3,4kg.
Dano: 1d12 flecha de combate
Alcance: 30 / 60 / 90 metros
Iniciativa: +3

Banshee da Montanha
Dialeto Na’vi: Ikran
(Grande e Ordeiro Montanhas)
Encontros: Selvagens (2d4+2)
Prêmios: covil 30% 765XP
Movimento: 10 m / Voo 35 m
Moral: 9
FOR 18      CON 15     SAB10
DES 16      INT 13       CAR 12
CA: 16
JP: 14
DV: 7+1 (75 / 115)
# Ataques
2 garras+10 (1d4+4 cada)
1 mordida+8 (2d4+5) 



Grande Leonopteryx

Possui grande semelhanças com os Banshee das montanhas, apesar da abertura de suas asas supera os 25 metros, em seu crânio possui um chifre em forma de crina que funciona para realizar ataques, antenas longas de cada lado servem para realizar a bioconexão com os Na’vi.

Um dos animais de grande importância na cultura Na’vi, o Toruk é a montaria de grandes guerreiros em períodos de intensas guerras, um verdadeiro motivador para o povo Na’vi.

Os ninhos dos Leonopteryx são difíceis de serem localizados, apesar de serem vistos com frequência nas Montanhas Aleluias. Essa espécie tem um parceiro por toda a vida e coloca ovos uma vez a cada dois anos, eles viajam sozinhos e nunca são vistos em bandos.

Grande Leonopteryx
Dialeto Na’vi: Toruk
(Colossal e Ordeiro Montanhas)
Encontros: 1d2 
Prêmios: covil 90% 4.325XP
Movimento: 30 m / Voo 25 m
Moral: 12
FOR 35      CON 25     SAB12
DES 10      INT 16       CAR 16
CA: 32
JP: 8
DV: 17 (286 / 340)
# Ataques
2 garras+35 (5d6+18 cada)
1 mordida+24 (4d8+4) 


Thanator – Thanatora Ferox

Uma criatura de seis patas, de cor negra com uma faixa avermelhada em seu dorso, com placas de exoesqueletos no pescoço e algumas partes de seu crânio, onde também possui duas antenas para realizar a bioconexão.

Considerado o maior predador terrestre de Pandora, onívoro com preferência por carne humana.  

Thanator
Dialeto Na’vi: Palulukan
(Grande e Ordeiro Florestas e Savanas)
Encontros: Selvagens (2d8)
Prêmios: 20% 670XP
Movimento: 15 m
Moral: 8
FOR 18      CON 16     SAB11
DES 15      INT 10      CAR 11
CA: 32
JP: 8
DV: 7 ( / 340)
# Ataques
2 garras+35 (5d6+18 cada)
1 mordida+24 (4d8+4) 



Autor: Jan Piertezoon
A Mente maléfica por trás da criação do Blog Filhos da Gehenna, (ir)responsável pela narração da atual crônica do blog apresentado no podcast.  Aficcionado por jogos de interpretação, onde o sistema preferido para as minhas crônicas é o Storyteller & Storytelling. Um colecionador de livros de RPG e um grande consumidor de podcast. RPG Mainstream ou Indie não importa, jogo todos!!!

Autor Jan Piertezoon

A Mente maléfica por trás da criação do Blog Filhos da Gehenna, (ir)responsável pela narração da atual crônica do blog apresentado no podcast. Aficcionado por jogos de interpretação, onde o sistema preferido para as minhas crônicas é o Storyteller e Storytelling. Um colecionador de livros de RPG e um grande consumidor de podcast. RPG Mainstream ou Indie não importa, jogo todos!!!
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